Enquanto isso, Eduardo Gomes está prestes a entrar no palco e fazer seu último show da Tour em Madrid, onde faz muito sucesso por lá. Ele pensa em sua mãe, que está no Brasil e diz:
- Mamãe, hoje ainda estou indo ao seu encontro...
D. Sula, Raquel e Patrícia conversam quando Ellen chega e diz:
- Gente, estão sabendo?
- Gente, estão sabendo?
- Do que Ellen?
- Parece que viram Enrico traindo a Nádia, tá maior brigueiro lá...
Nádia diz a Enrico que as fontes são todas seguras e que ela não tem como desconfiar, e ele sai da casa dela revotltado. Ele (já sabendo) liga pra Wanyr, e diz:
- Foi você que inventou isso pra Nádia, não foi?
- Eu não inventei nada! Vi você com outra! Eu vi!
- Eu não inventei nada! Vi você com outra! Eu vi!
- Não era eu Wanyr... não era eu...
Ela bate com o telefone na cara dele, e diz:
- Joel e Ricardo... era ele mesmo gente?
- Sim - diz Joel.
Eduardo canta sua música mais conhecida em Madrid e todos deliram ao som de sua voz, e ele sorri feliz.
Enrico não consegue ficar em casa e vai beber no bar perto de sua casa, mas já está anoitecendo. Ele diz: - Oque faz aqui?
Horas depois, Aline sai do trabalho e resolve cortar caminho por uma viela pra pegar o último noite da noite pra sua casa. Chegando perto, ela vê um homem ajoelhado e uma pessoa apontando a arma pra ele.
A pessoa, que usa uma capa de chuva amarela, luvas e botas; diz que não tem mais jeito e atira na pessoa, que cai baleada. A pessoa vê Aline, que sai correndo e é seguida.
Aline corre muito da pessoa, mas não vê a entrada do metrô e cai, rolando escada abaixo. A pessoa para e fica vendo. Minutos depois, Aline se levanta e anda, tranquilamente. Ela começa a perguntar as pessoas: Quem eu sou? E de onde sou? - e ninguém sabe.
Aline deita no banco de uma praça, chora e dorme.
A pessoa tem algo traçado para essa garota, um plano.